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Antiguidade
ARTE PERDIDA NO TEMPO





A SALEMA

"A SALEMA"
Autor: António Silva Porto - 1850/1893

Natural do Porto onde frequentou a Academia de Belas Artes de 1865 a 1873.

Foi para Paris como pensionista, donde regressou em 1879, tornando-se o mestre do Naturalismo Português.

Reprodução autorizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Lisboa.

Silva Porto / 1850-1893.Natural do Porto, Silva Porto cursa a Academia Portuense de Belas-Artes, onde teve como mestres de pintura, Thadeo d'Almeida Furtado e João Correia. Pensionista do Estado em Paris e em Roma, é discípulo de Cabanel, Yvon e Beauverie. Influenciado pela Escola de Bárbizon, o pintor é responsável, tal como Marques de Oliveira, pela introdução em Portugal da Pintura de Ar Livre. Facto que leva à renovação da Pintura portuguesa do último quartel do século XIX. De volta ao país, em 1879, é nomeado professor de Paisagem na Academia de Belas-Artes de Lisboa. À semelhança do que acontece no Porto (Centro Artístico Portuense, criado por Marques de Oliveira), Silva Porto forma o célebre Grupo do Leão: grupo de artistas e homens de letras, empenhados na divulgação e consolidação da nova estética do naturalismo; actividade que marcou toda a década de 80, com uma série de exposições. Deste grupo faziam parte pintores como Columbano, José Malhoa, António Ramalho e João Vaz, representados na colecção do Museu com um reduzido número de peças. Silva Porto é um dos autores com maior representação no Museu, sendo possível percorrer todo o seu processo criativo, com excepção dos primeiros anos marcados pela passagem por paris. Dessa altura, o Museu possui Um campo de trigo - Seara.

A BEIRA MAR

"A BEIRA MAR"

Autor; José Malhoa - 1855/1933

Biografia (Resumida)
Natural das Caldas Da Rainha, cursou na Academia de Belas Artes de Lisboa.

Foi considerado o pintor mais Português pela manifesta preferência que deu aos temas populares e rurais e pela maneira tão franca como sentiu e exprimiu esses mesmos temas.

Reprodução autorizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Lisboa.
Século: XX
Ano: 1918

Malhoa, de seu verdadeiro nome José Victal Branco Malhoa, nasceu numa família de agricultores, nas Caldas da Rainha. Cedo evidenciou qualidades artísticas; e assim, muito novo, seguiu para Lisboa para aprender o ofício de entalhador na Escola de Belas-Artes. Contudo, por indicação do artista Leandro de Sousa Braga, o irmão inscreve-o na Real Academia de Belas-Artes em Outubro de 1867. Aqui haveria de prosseguir estudos durante 8 anos, obtendo as melhores classificações.

Na Academia, foi aluno do mestre romântico Tomás da Anunciação, que o iniciou na pintura de paisagem – a grande paixão da sua vida –, de Miguel Ângelo Lupi e de José Simões de Almeida, entre outros. Ainda estudante, passava as tardes a desenhar os arredores de Lisboa, sobretudo a Tapada da Ajuda e Campolide. Assim que acaba o curso, decide concorrer a pensionista do Estado com o fim de ir estudar para fora. Mas não é admitido (só realizará a primeira viagem a Paris em 1906). Decide então empregar-se na loja de confecções do irmão, onde ficará três anos.

É desta época a obra Seara Invadida (1881), que envia a uma exposição em Madrid, onde obtém o melhor acolhimento. Entusiasmado, e apesar de ter entretanto casado, Malhoa decide deixar a loja do irmão e consagrar-se inteiramente ao ofício de pintor. Ainda antes de 1885 chegam as primeiras encomendas artísticas: um tecto para o Real Conservatório (A Fama Coroando Euterpe) e outro para o Supremo Tribunal de Justiça (A Lei) são alguns exemplos.

Nesse ano, o pintor Silva Porto regressa a Lisboa, vindo de França, onde fora aluno de Daubigny, e recebe na Academia a cadeira de Pintura de Paisagem, que entretanto tinha vagado. À sua volta, na Cervejaria do Leão, em Lisboa, reúne-se em breve um grupo de artistas dos quais Malhoa faz parte. Esta tertúlia, o Grupo do Leão, que discutia temas relativos à prática artística, influenciou decisivamente a opção de Malhoa pela pintura de ar livre. O Paul da Outra Banda, pintado ainda em 1885, é desta um bom exemplo.

Pouco tempo depois, adquire casa de Verão em Figueiró dos Vinhos. É aqui que descobre os temas populares que sempre o encantarão ao longo da vida. Procissões, cenas campestres, camponesas saudáveis e garridas, animais que pastam, pontuam uma pintura que se vai dedicar a transmitir uma imagem do Portugal sentimental e bucólico que outros tratarão na literatura. Trata-se de pintura naturalista; mas de um naturalismo sem maniqueísmo nem luta de classes, mais próximo de A Cidade e as Serras que de O Germinal – mais próximo do Portugal atrasado desse tempo que da Inglaterra ou da França já industrializadas. Diogo de Macedo, historiador que se debruçou sobre a sua obra, chama-lhe um «historiador da vida rústica de Portugal».

A partir de 1888, Malhoa interessa-se pela pintura de história. Realiza Partida de Vasco da Gama para a Índia, 1.º prémio no Concurso para Quadro Histórico promovido pela Câmara Municipal de Lisboa, e O Último Interrogatório do Marquês de Pombal. Do mesmo ano datam os primeiros dos inúmeros retratos que pintou; o mais célebre, considerado pelo próprio como a sua obra-prima, é o Retrato de D. Laura Sauvinet, que era sua aluna.

Em 1906 já é plenamente reconhecido como um dos mais importantes pintores portugueses do seu tempo. Obras suas são apresentadas na Exposition Universelle de Paris em 1900, pelas quais recebe a medalha de prata Grupo II – Classe VII. Esta foi aliás apenas uma de muitas distinções com que, durante toda a vida, a sua obra foi agraciada. Neste sentido, outras datas importantes são 1901, ano em que é fundada a Sociedade Nacional de Belas-Artes, da qual Malhoa é nomeado sócio honorário, e 1928, quando é aceite como membro da Academia Nacional de Belas-Artes.

Em 1906, o pintor realiza uma viagem ao Brasil, a convite do Real Gabinete Português de Leitura. Aqui deixará uma das suas obras mais importantes, Clara (hoje no Museu do Chiado, em Lisboa), retrato de uma das pupilas do Senhor Reitor de Júlio Dinis, e, decerto, síntese de toda a obra do pintor. Clara é aqui uma rapariga minhota cheia de saúde e vida, alegre e jovem, inserida em paisagem seareira de igual vigor. A partir desta data, contudo, a pintura de Malhoa vai progressivamente escurecer, e o pintor vai optar, pontualmente, por temas mais dramáticos. Festejando o S. Martinho (ou Os Bêbedos), de 1909, e Fado, do ano seguinte, são alguns exemplos deste facto.

Malhoa, que apenas tem a sua primeira exposição retrospectiva em 1928, continuará a pintar incansavelmente até à data da sua morte. Mantendo-se alheio às questões que agitam o mundo artístico durante as duas primeiras décadas do século, simboliza ainda hoje uma qualidade certa, sem inquietações, universalmente aceite. As cerca de 2000 obras de desenho e pintura que deixou, entre paisagens, retratos, pinturas de história, cenas religiosas e cenas de género, testemunham a sua extraordinária versatilidade. Mas, ao mesmo tempo, são as testemunhas de um mundo que, à data da sua morte, já tinha terminado – e artistas mais novos não deixaram de o notar, opondo-se com vigor ao «estilo Malhoa». Em 1933, ainda em vida do pintor, é criado o Museu José Malhoa nas Caldas da Rainha.

O ESTIO

"O ESTIO"

Autor: José Júlio Sousa Pinto - 1856/1930

Natural de Angra Do Heroísmo, frequentou a Escola de Belas Artes do Porto.
Em 1880 foi para Paris como pensionista, onde permaneceu 3 anos.

A sua pintura caracterizou-se pela maneira como interpretou as paisagens, usos e costumes do seu país, assim como da Bretanha, sitio onde se radicou até a morte.

Reprodução autorizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Lisboa.

Biografia (Resumida)
Este notável paisagista, de feição naturalista, nasceu em Angra do Heroísmo, nos Açores, onde estudou até 1880. Foi nesse ano que partiu para Paris e foi admitido como discípulo de Alexandre Cabannel. Foi diversas vezes premiado, muitas delas ainda como estudante, com as obras que expôs nos Salons de Paris (anos de 1881 a 1912). Em Lisboa, expõe na Sociedade Promotora de Belas Artes (1887), no Grupo de Leão (1885-1888), no Grémio Artístico (onde em 1898 recebeu a Medalha de Honra) e em exposições individuais (de 1911 a 1929). Faleceu na Bretanha em 1939, mas antes vê o seu mérito reconhecido com a atribuição da Legião de Honra pelo Governo Francês. Ninguém, melhor do que ele, estabeleceu a ligação entre a escola Portuguesa e a Écolle de Paris. A sua obra está representada nos Museus de Nice, de Orsay, de Amiens, do Luxemburgo e na Pinacoteca de Parma, e no Museu do Chiado em Lisboa e em muitas colecções particulares.


Ano e autor desconhecido






Supõem-se que esta pintura seja do ano 1800 e tal... Só um coleccionador ou um entendido de arte poderá reconhecer. Caso seja o caso, peço ajuda para informação do ano, nome do pintor, etc..
Obrigado





Ano e autor desconhecido







Pintado no ano de 1888

Autor:








FIANDEIRAS DE VELASQUEZ

"FIANDEIRAS DE VELASQUEZ"
Autor: Diego Velázquez - Sevilla:1599-1660
Reprodução

Biografia (Resumida)
Pintor espanhol, nascido Diego Rodríguez de Silva y Velázquez, em Sevilha. Começa como discípulo de Francisco de Herrera el Viejo e como aprendiz de Francisco Pacheco, autor do tratado Arte de la Pintura (1649). Seus primeiros trabalhos possuem traços do naturalismo e exploram contrastes de luz e sombra.

Em 1622 viaja para Madri para retratar o rei Filipe IV, feito que consegue um ano depois por intermédio do ministro real, o conde Olivares, que se torna seu protetor. É nomeado pintor da corte. Une o realismo e a idealização de retratos e figuras feitas em tons claro-escuro que lembram a influência de Caravaggio.

Em 1628 conhece Rubens e vai para a Itália, em 1629, estudar os mestres venezianos, como Tiziano e Tintoretto. Dessa época destaca-se O Crucificado (1630-1), de representação realista tipicamente espanhola. Em 1631 volta a Madri.

Sua obra é dividida em cenas de gênero (As Fiandeiras, o primeiro quadro da história da arte dedicado ao trabalho, Forja de Vulcano, Os Bêbados, As Lanças, A Rendição de Brera); retratos (Caça Real de Filipe IV) e obras isoladas (Vênus ao Espelho).

Em 1649, viaja para a Itália a fim de adquirir quadros para a coleção real. Retorna para a Espanha em 1651, onde produz seus melhores trabalhos, entre os quais As Meninas (1656), ponto alto de seus quadros de corte. Morre em Madri.




Ano e autor desconhecido







A IDADE DA INOCÊNCIA

"A IDADE DA INOCÊNCIA"

Autor: Fashua Reynalds 1723-1792

Reprodução do quadro existente na Galeria Tate Londres.





Ano e autor desconhecido








Ano e autor desconhecido

Tela pintada a oléo, precisa de ser restaurada.


Ano e autor desconhecido







Ano e autor desconhecido

Madeira por trás


Esta foto tem que ser substituída brevemente.








Autor: L. Roca







Autor: ...










Autor: Revoir 29 Março 1955

Madame Charpentier e suas filhas







Autor: desconhecido










Autor:










Autor: Buigi Romano.

Em relevo feita em marmore.











Autor: desconhecido












Estatueta antiga.

Pesada

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